Investir em música pode ser uma novidade para grande parte dos investidores brasileiros, afinal essa oportunidade foi aberta no país há pouco tempo. 

Entretanto, lá fora, podemos dizer que investir em música já é uma realidade e uma opção bastante sólida – até mesmo a Igreja da Inglaterra já investe em royalties musicais da Beyoncé e outros artistas do pop. 

Para o investidor brasileiro, aquele acostumado à segurança da renda fixa e fã da boa e velha poupança, investir em música pode parecer arrojado e alternativo demais. 

Mas o objetivo deste artigo é desmistificar essa visão e te mostrar que sim, você pode investir em música hoje e lucrar pelos próximos anos. 

Para te ajudar nessa, separamos 3 razões para investir em música e um bônus para te ensinar como começar. 

1) A quarentena e o isolamento social foram benéficos para o streaming 

Quando falamos sobre investir em música hoje, a maioria dos produtos oferecidos dependem do aquecimento do mercado, incluindo os serviços de streaming. 

Por serem operações com lastro em recebíveis de royalties musicais, quanto mais vezes as obras daquele portfólio forem executadas, maiores são as possibilidades de lucro. 

Com isso, o crescimento do streaming tende a ser extremamente benéfico para quem pensa em investir em música, e nesse aspecto, podemos dizer que o momento é ótimo. 

De acordo com dados divulgados pela Counterpoint Research, as assinaturas de serviços de streaming de música cresceram 35% no primeiro trimestre deste ano, e um dos motivos foi justamente a pandemia da Covid 19. 

Juntas, as plataformas de streaming disponíveis no mercado como Spotify, Apple Music e Deezer, contabilizaram 394 milhões de novas assinaturas. 

Só esses números já demonstram dois pontos bastante importantes para quem pensa em investir em música. 

Primeiramente, é óbvio que quanto maior o número de pessoas ativas em uma plataforma de streaming, maior será o consumo de música e consequentemente, o valor pago em royalties. 

Em segundo lugar, o aquecimento do mercado de música diante da maior crise econômica e sanitária do século só demonstra o que temos tentado provar: que os ativos reais não são afetados negativamente pelas crises. 

Enquanto investidores pelo mundo têm perdido fortunas por não apostarem em novas formas de investir, aqueles que já incluíram os ativos reais em seus portfólios seguem dormindo tranquilos. 

2) Investir em música aumenta a diversificação do seu portfólio 

E isso nos leva ao segundo grande motivo pelo qual você deveria considerar investir em música: o potencial de diversificação desses ativos. 

Por não serem produtos negociados na Bolsa de Valores ou no mercado de capitais, os royalties musicais não vão sofrer com as intempéries que afetam o mercado financeiro. 

Não importa quem vença as eleições dos Estados Unidos ou qual a taxa de juros do Brasil. Os investimentos em música não são afetados. 

Paralelo a isso, cabe também dizer que quem escolhe investir em música não precisa se preocupar com as quedas da Selic ou de nenhuma outra taxa. 

O investimento em música realmente é totalmente descorrelacionado com tudo isso.  

O sucesso das operações depende única e exclusivamente do aquecimento do mercado e da influência do artista que detém os direitos autorais negociados. 

3) Altas rentabilidades 

E quando o artista possui um catálogo de obras sólido, com anos de carreira e canções que já caíram no gosto do público, é muito mais fácil rentabilizar. 

Imagine a música mais famosa que você conhece. Aquela que mesmo depois de anos do lançamento continua sendo lembrada pelo público, e que já pode ser considerada um verdadeiro clássico. 

Essa música provavelmente já rende para seu compositor e/ou intérprete uma renda sólida e constante. E se você for o investidor de uma carteira com essa canção, também fará parte disso. 

É sempre bom lembrar que, mesmo quando falamos em investir em música, rentabilidade passada não é garantia de rentabilidade futura. 

Mas com uma boa e profunda due diligence é possível construir uma carteira com obras sólidas e com alto potencial de retorno. 

Estamos falando de operações que podem render, em média, 12% ao ano, descorrelacionadas da Bolsa, sem volatilidade e com alto potencial de diversificação e proteção para seu portfólio. 

Dá pra ser melhor? 

Como investir em música?

Agora que você já está diante de 3 fortes motivos para investir em música, chegou a hora de ir para a ação. 

Investir em música pode ser mais fácil do que você imagina: na Hurst, originamos operações de investimento em recebíveis de royalties musicais com profissionais com ampla experiência nesse mercado. 

É a forma mais segura e rentável de investir em música.  

IMPORTANTE: assim como toda operação envolvendo ativos reais, é de extrema importância que você já possua alocação em outros produtos de renda fixa e variável, e que o valor alocado em royalties musicais não ultrapasse 30% do seu portfólio. 

Com isso em mente, você já pode acessar nossa PÁGINA DE OPERAÇÕES e verificar qual das oportunidades disponíveis mais se encaixa nos seus objetivos. 

Se por acaso houver qualquer outra dúvida sobre investir em música, baixe agora mesmo o e-book gratuito GUIA DO INVESTIMENTO EM MÚSICA para esclarecer todos os pontos.