As ações de crescimento sempre despertaram o interesse de investidores arrojados, principalmente daqueles que entendem que a construção de patrimônio exige ousadia, visão de longo prazo e disposição para conviver com oscilações no caminho. Em 2025, com a bolsa brasileira ultrapassando patamares históricos e acumulando um retorno anual próximo de 20%, o tema voltou ao centro das conversas sobre alocação estratégica. Mas saber que ações de crescimento oferecem potencial é apenas o começo: o grande desafio é entender como elas se inserem em uma carteira realmente arrojada e, ao mesmo tempo, estruturada de forma inteligente.
O que vem antes de uma carteira arrojada?
Antes de tudo, há uma regra que nenhum investidor sério pode ignorar: uma carteira arrojada só faz sentido depois que a reserva de emergência está garantida. Sem um colchão financeiro de três a seis meses do custo de vida, qualquer oscilação da bolsa — mesmo em anos excelentes, como 2025 — pode trazer riscos que ultrapassam o campo financeiro e começam a afetar o emocional e o cotidiano do investidor. Com essa base protegida, aí sim entramos em um território onde a ousadia encontra a estratégia.
O que são ações de crescimento (e por que vale a pena conhecê-las)
As chamadas “ações de crescimento”, ou “growth stocks”, classificam-se como aquelas de empresas com potencial para expandir sua receita e lucros muito acima da média do mercado. Diferentemente de companhias consolidadas — muitas vezes estáveis, pagadoras de dividendos e com pouca ambição de expandir rapidamente — as empresas growth reinvestem seus lucros com foco em expansão, inovação, conquista de mercado, desenvolvimento de novos produtos ou serviços, ou até mudança de comportamento no mercado.
Por conta desse perfil, essas ações geralmente não pagam dividendos ou pagam pouco: o objetivo não é gerar renda imediata para o acionista, mas sim valorizar o capital no longo prazo por meio da valorização das ações.
Investir em ações de crescimento significa, portanto, apostar no futuro da empresa — em sua capacidade de escalar suas operações, de capturar participação de mercado e de acompanhar ciclos de expansão econômica ou tecnológica. Isso exige paciência, tolerância à volatilidade e visão de longo prazo, mas, quando bem escolhido, pode resultar em ganhos expressivos para quem está disposto a acompanhar o ritmo.
Exemplos de empresas (globais) que costumam ser classificadas como growth — e por que podemos observá-las
No universo global, várias empresas frequentemente são citadas como “ações de crescimento” por apresentarem histórico consistente de expansão, inovação, reinvestimento dos lucros e potencial de valorização via capitalização. Entre elas estão algumas gigantes de tecnologia e setores inovadores, reconhecidas pela capacidade de gerar valor adicional a cada ciclo. Exemplos comuns de “growth stocks” incluem empresas como Nvidia, Tesla e Shopify — companhias que reinvestem fortemente para crescer, liderar mercados e inovar, e que atraem investidores com perfil de longo prazo.
Essas empresas ilustram bem a lógica por trás de ações de crescimento: elas priorizam expansão e valorização de mercado mais do que distribuição de proventos imediatos, oferecendo aos investidores a expectativa de retorno via valorização dos papéis, não por dividendos.
No Brasil, a definição é a mesma: empresas que estão em fase de crescimento acelerado, muitas vezes inseridas em setores dinâmicos, com potencial de expansão de mercado ou inovação. Com base em análise fundamentalista — considerando crescimento de receitas, lucros, barreiras de entrada, plano de expansão — é possível identificar empresas com perfil de ação de crescimento.
Mas vale destacar: nem toda ação de crescimento entrega de fato um grande retorno, e a seleção precisa ser criteriosa. O investidor que busca esse tipo de papel deve estar preparado para oscilações — e para analisar bem os fundamentos
Por que ações de crescimento são o motor das carteiras arrojadas
Ações de crescimento têm um papel claro e valioso em uma carteira arrojada: elas são as que mais se beneficiam de ciclos positivos da economia. Normalmente, são empresas que priorizam expansão acelerada, reinvestem o lucro para escalar e atuam em setores inovadores. Embora esse tipo de ação possa ser volátil no curto prazo, sua capacidade de entregar grandes valorizações a longo prazo sempre atraiu investidores com perfil mais agressivo.
Em 2025, com o Ibovespa acumulando um retorno estimado próximo de 20% ao ano, as ações de crescimento se tornam ainda mais relevantes. Um mercado em ascensão tende a impulsionar esse tipo de ativo com mais intensidade, e é exatamente isso que estamos observando neste ciclo.
A combinação perfeita: ações de crescimento + ativos reais
A grande questão é que, apesar do potencial de alta, depender exclusivamente de ações de crescimento é arriscado demais para a maioria dos perfis. Uma carteira arrojada precisa ser inteligente — não apenas ousada — e é aqui que entram os ativos reais.
Enquanto a renda variável responde ao humor do mercado, ativos reais seguem uma lógica completamente diferente. Afinal, são pautados por contratos, lastros, recebíveis e remunerações mais previsíveis. No caso da Hurst Crowdfunding, os ativos reais têm uma média histórica de retorno estimado em torno de 21% ao ano, o que oferece um contrapeso extremamente eficaz à volatilidade da bolsa.
Essa combinação é poderosa porque une escalabilidade e estabilidade. Ações oferecem o potencial de grandes saltos, enquanto ativos reais entregam a consistência que mantém a carteira respirando e crescendo mesmo em períodos de turbulência.
Quanto rende uma carteira arrojada equilibrada? Veja a conta completa
Para visualizar esse equilíbrio na prática, vamos considerar um cenário de 50/50. Pense em uma carteira composta por 50% de ações de crescimento e 50% de ativos reais gera uma média ponderada impressionante:
- Renda variável (ações / Ibovespa): ~20% a.a. — considerando o bom desempenho recente.
- Ativos reais (Hurst): 21% a.a. — mantido conforme histórico da plataforma.
Se você montar uma carteira com 50% renda variável + 50% ativos reais, a conta ficaria:
Retorno\ Médio = (0{,}5 \times 20\%) + (0{,}5 \times 21\%) = 10\% + 10{,}5\% = \textbf{20,5% ao ano}
Ou seja: muito mais robusto que antes.
Exemplo prático com R$ 50.000 investidos:
- R$ 25.000 em renda variável → ~R$ 5.000
- R$ 25.000 em ativos reais → ~R$ 5.250
- Total estimado: ~R$ 10.250/ano (≈ 20,5%)
Montar uma carteira arrojada exige cuidado — não impulso
Essa dinâmica mostra que montar uma carteira arrojada não significa ser imprudente, e sim combinar ativos que conversam entre si, potencializando ganhos e equilibrando riscos. Ações de crescimento ganham força em mercados aquecidos como o de 2025, enquanto ativos reais funcionam como um motor constante. Ou seja, estão sempre girando, independentemente das turbulências externas.
No fim das contas, construir um patrimônio relevante exige tempo, constância e uma boa dose de estratégia. Uma carteira arrojada não é para todos — mas para quem tem perfil. Também é preciso conhecimento e clareza sobre seus objetivos. Isso pode abrir caminhos para resultados que realmente façam diferença no longo prazo.
Se você quer conhecer oportunidades em ativos reais que historicamente rendem, em média, 21% ao ano, explore as operações disponíveis hoje na Hurst Capital.
Conclusão — montando sua carteira arrojada com inteligência
Ações de crescimento são fundamentais em uma carteira arrojada. Mesmo assim, elas não devem andar sozinhas.
A combinação com ativos reais é essencial para quem não quer encarar a volatilidade.
A média aproximada de 15,5% a.a. é um indicativo poderoso do que essa estrutura pode entregar — e com muito mais estabilidade ao longo do tempo.
Se você está no momento de pensar grande, estruturar patrimônio e ampliar horizontes, essa estratégia merece estar no seu radar.
