A modalidade de investimento em royalties musicais está cada vez mais popular no Brasil. Mas muita gente se pergunta como funciona esse mercado e como os royalties musicais geram pagamentos.

Para ficar mais fácil entender, royalties musicais são os direitos pagos aos “artistas/donos das músicas” de acordo com a reprodução que ela recebe em determinado período.

Ou seja, cada vez que uma determinada canção toca em rádios, TVs, cinema, streamings, aplicativos de músicas, shows, etc, é cobrado um valor que, de tempos em tempos, é depositado na conta de quem tem os direitos. 

Por exemplo, a música “Downtown”, da cantora Anitta, tocou mais de 460 milhões de vezes em 2019, rendendo aos donos dos royalties dessa música mais de 9 milhões de reais (isso só no Spotify!).

Mas como isso é controlado?

Você ainda deve estar em dúvida no que diz respeito à forma como essa cobrança é feita. Afinal, quem a centraliza?

Essa responsabilidade está nas mãos do Escritório Central de Arrecadação (ECAD). Trata-se de uma instituição privada, fundada em 1976, com base na Lei Federal nº 5.988/73 e mantida pela atual Lei de Direitos Autorais brasileira – 9.610/98. 

É uma entidade de grande importância, pois sem o ECAD seria praticamente impossível garantir os direitos dos artistas no que diz respeito à remuneração deles. 

Fatores diversos como local onde a música é tocada, ramo de atividade, região socioeconômica, entre outros, são considerados na formação do valor que será cobrado. 

O ECAD possui fiscais que visitam festas, restaurantes, bares, lojas e qualquer outro lugar onde haja execução de canções. As músicas tocadas em rádios, TVs, streaming e shows precisam pagar os direitos autorais e conexos ao Escritório Central. Dos valores arrecadados, 85% são distribuídos aos titulares, 10% ficam no ECAD e 5% são direcionados às associações que representam a classe. 

Garantia de lastro

O ECAD é de suma importância para que o mercado de royalties musicais funcione de forma segura e transparente. Isso porque ele é o lastro da operação, pois acompanha, fiscaliza, cobra e garante a arrecadação para pagamento aos verdadeiros proprietários. 

Acontece que o pagamento desses royalties aos artistas não é realizado diariamente e sim de tempos em tempos. Mas muitos artistas, por razões diversas, vendem temporariamente os direitos sobre suas canções com o intuito de receber imediatamente o dinheiro.

Originação de ativos

Então, empresas como a Hurst avaliam o potencial das canções, paga antecipadamente, com deságio, para ficar com os direitos e vende cotas com a promessa de remunerar os investidores com algum lucro, normalmente bem superior aos ganhos oferecidos pela renda fixa.

Outra vantagem é que os royalties musicais não estão correlacionados com os ativos em Bolsa. Sendo assim, praticamente não sofrem oscilações.

As avaliações são rígidas e só as músicas com maior potencial são escolhidas para integrar o portfólio de investimentos.

Além disso, os pagamentos são mensais, o saque é livre de I.R (até R$ 35 mil/mês) e a rentabilidade média projetada é de + de 15% ao ano.

Acesse o site da Hurst e conheça mais a respeito de royalties musicais.