A inflação acumulada em 12 meses atingiu o patamar de 11,30% e a expectativa é de que ela suba ainda mais por conta dos acontecimentos internacionais, principalmente a guerra entre Rússia e Ucrânia, que está gerando escassez de diversas matérias primas.

O impacto nas finanças das pessoas e das empresas é inevitável, pois o dinheiro perde poder de compra. A inflação também corrói parte dos rendimentos obtidos com aplicações financeiras.

Você deve estar se perguntando como é possível, em um cenário assim, se blindar da inflação e ainda obter ganhos financeiros?

Pois bem. O ideal é colocar o dinheiro em papéis que ofereçam bons retornos e que também sejam seguros. Nesse caso, pode-se buscar algum produto em renda fixa indexado à inflação ou à Selic ou investir em ativos alternativos, também conhecidos como ativos reais.

No caso da renda fixa, os ativos atrelados a algum índice como Tesouro Selic ou Tesouro IPCA+ são interessantes porque cobrem o índice inflacionário e ainda oferecem um ganho real.

Porém, esse ganho real é baixo. É mais uma proteção do dinheiro do que um ganho propriamente dito. Ideal para formação de reserva de emergência.

Ativos alternativos garantem rendimentos maiores com segurança

Para lucrar de verdade, a melhor opção é investir em ativos alternativos que, além de protegerem das consequências inflacionárias, possibilitam ganhos maiores, próximos ao que se consegue no mercado de renda variável, mas sem o mesmo risco.

Os ativos alternativos são descorrelacionados do mercado financeiro. Isso quer dizer que a Bolsa pode cair ou subir que não haverá influência nos rendimentos dos ativos alternativos. Da mesma forma, se a inflação baixar, a rentabilidade se manterá alta, proporcionando ganhos realmente animadores para o investidor.

Vamos tomar como exemplo os ativos imobiliários. Os preços dos imóveis e dos aluguéis tendem a acompanhar a inflação quando ela sobe. E normalmente não baixam quando a inflação arrefece.

Outro exemplo são obras de arte de artistas de renome internacional como Abraham Palatnik, Di Cavalcanti, Luiz Sacilloto e Tomie Ohtake. Suas obras tendem a valorizar e, se por alguma razão, o mercado brasileiro não comportar, elas podem ser comercializadas no exterior, evitando perdas.

Seguindo a mesma linha, os royalties musicais têm suas remunerações atreladas ao número de execuções registradas pelo Ecad. Assim, a rentabilidade depende pouco do cenário econômico e muito do sucesso da canção. Vale ressaltar que só se transformam em ativos de investimentos composições que entram no gosto do público.

O mesmo pode-se falar de precatórios, que têm seu valor atualizado no ato do pagamento e de muitos outros ativos alternativos.

Investir em ativo real é uma ótima estratégia para proteger o dinheiro da inflação e ainda lucrar. Se quiser saber mais, entre no portal da Hurst e conheça o mundo de oportunidades que a plataforma oferece em ativos reais.