Investindo no mercado musical

Se você ainda não pensou em investir no mercado musical, este é o momento.

Os ativos alternativos, ainda pouco conhecidos no Brasil, são uma tendência nos Estados Unidos e na Europa. Dentro dessa categoria estão os royalties musicais, uma nova tendência que permite a você investir no catalogo de músicas do seu cantor ou compositor preferido e ainda ser remunerado por isso.

Com a taxa de juro básica em 2% ao ano, menor nível da história do País, é hora de procurar opções de investimentos que possam trazer um retorno mais atrativo, e os royalties musicais podem ser essa opção.

Como funciona o mercado da música?

Aqui na Hurst nós negociamos os recebíveis de royalties de execução pública e em streaming para estruturar as operações. Compramos toda a carteira de ativos e não apenas uma pequena quantidade de músicas avulsas. Dessa forma, ampliamos o leque de opções.

Antes dos royalties, para comprar os direitos de uma música era necessário ter muito dinheiro. Nesse novo modelo de royalties, o artista pode vender uma parte do fluxo de royalties ou a música toda, por exemplo. Nós estamos popularizando essa modalidade com investimento a partir de R$ 10 mil. O investidor recebe mensalmente os royalties referentes à obra onde aportou seus recursos.

Para buscar as melhores opções para os nossos clientes analisamos o que aconteceu com a música nos últimos cinco anos e projetamos para o futuro, para saber qual é a tendência dessa obra. Se identificarmos potencial, compramos esse direito.

Como ter direito à obra

O detentor do direito de determinada música vende esse direito sobre a obra e o novo “proprietário” passa a ser o responsável por receber os royalties dessa música toda vez que ela for tocada em execução pública, streaming, TV e rádios.

A rentabilidade total da operação é formada pela aquisição de recebíveis de royalties das obras e dos fonogramas. Os royalties são recolhidos e distribuídos mensalmente pelo ECAD (Escritório Central de Direitos Autorais Musicais) quando for uma execução pública e pelas plataformas digitais quando for uma distribuição digital, sem qualquer interferência externa da Hurst ou de qualquer terceiro para gerar referida rentabilidade.

Tipos de receita

Receita de execução pública – é a gerada por meio das reproduções nas rádios, televisões, casas de shows, cinema, sonorização ambiental e outros;

Receita de sincronização – é uma licença concedida pelo detentor dos direitos autorais de uma composição específica, permitindo que o licenciador sincronize canções com algum tipo de mídia audiovisual (filme, televisão, comerciais, videogame, trailers, etc.).

Receita de fontes digitais – é aquela referente às reproduções das músicas nas plataformas digitais como, Spotify, Deezer, Youtube, Apple e outros.

Saindo dos riscos de mercado

Outro importante diferencial dessa modalidade é que não tem nenhuma correlação com os segmentos de renda fixa e variável. Se a taxa de juro subir ou a Bolsa de Valores tiver uma forte queda, essas variáveis não irão influenciar o comportamento dos royalties musicais.

Por exemplo, no ano passado, quem investiu em Bolsa sofreu com a volatilidade do mercado acionário doméstico. Não só pela pandemia, mas também pelas incertezas econômicas e políticas, além dos fatores externos, como a eleição presidencial nos Estados Unidos.

Os royalties musicais passaram à sombra dessas preocupações, porque o que impacta diretamente a sua valorização é o número de vezes em que a música é tocada. E, nesse sentido, a pandemia ajudou muito o segmento. Com as pessoas em home office e isoladas em suas casas, o acesso às plataformas de streaming musical cresceu de forma significativa.

Mercado em expansão

Com a chegada das plataformas de streaming as pessoas passaram a consumir mais músicas e os autores das obras a ganhar mais. De acordo com a Associação Brasileira de Música Independente (ABMI), no ano passado, por conta da pandemia do Covid-19, foi verificado um aumento de 30% em uploads diários. Estudo da ABMI mostra que 50% do faturamento das empresas pesquisadas ao longo de 2020 vêm de ambiente digital.

Outro dado positivo, é que no ano passado o ECAD repassou R$ 947,9 milhões para cerca de 263 mil profissionais (nacionais e estrangeiros) da música, segundo matéria do portal UOL.

Não perca mais tempo, consulte os nossos especialistas e venha fazer parte desta comunidade de investidores musicais.