O corte contínuo na Taxa Selic pelo COPOM (Comitê de Políticas Monetárias) abriu espaço para que os 2% continuassem, como já era esperado. Diante deste cenário, o Ibovespa operou em queda e abaixo dos 100 mil pontos, esse reflexo também foi devido ao sentimento de incerteza internacional.

A corrida presidencial dos EUA e a volta da inflação devido a retirada mundial de incentivos são dois dos fatos que constroem o ambiente de incertezas atual.

E como fica o investidor?

Continua a saga de “a renda fixa vai me fazer perder para a inflação” uma vez que nossa taxa básica de juros segue em seus mínimos históricos. A preocupação em onde deixar o seu patrimônio se tornou parte de inúmeros investidores.

No ano passado, por volta dos últimos meses do ano antes de toda a pandemia começar, a resposta sobre o que fazer era até que considerada simples por muita gente. “É só ir pra bolsa, é recorde atrás de recorde! Esquece a renda fixa”.

Obviamente que ninguém contava com uma doença que fosse capaz de dizimar parte da população mundial. Com a implementação da quarentena, comércios pararam e pessoas perderam os seus empregos.

Quem vai sobreviver a crise? Muitos se perguntaram, mas poucos achavam que poderiam responder.

A situação que ficava cada vez mais crítica ainda assim não foi suficiente para destravar conflitos internacionais, como a disputa comercial entre os EUA e a China.

E nisso a volatilidade continuou se agravando

Cada dia uma surpresa diferente, é difícil ser investidor em um cenário onde tanto a renda fixa quanto a renda variável não são confiáveis. Cansamos de ouvir “estamos passando por algo jamais visto”, mas quando o assunto é crise, não importa, sempre vai ter algo ou alguém que se destaca positivamente.

Por exemplo, a área da saúde que antes era esquecida ganhou destaque, as empresas e comércios ao redor deste tema conseguiram prosseguir. A tecnologia, por sua vez, sempre foi importante. No entanto, quantas lojas tiveram que se adaptar ao e-commerce? E quantas das que já estavam realizando e-commerce prosperaram?

Em investimentos também acontece isso, pontos críticos e pontos de solução.

A saída para os investidores

Os ativos alternativos realmente são uma saída para os investidores diante deste cenário. Isso acontece porque a tendência já estava vindo, mesmo que bem gradativamente, e foi impulsionada pelo momento.

Renda fixa remunerando baixo devido ao baixo patamar da selic e oscilação interminável na bolsa, obviamente que se existisse um investimento que não depende nem da taxa selic e nem da oscilação da bolsa, ele iria continuar como estava ou iria se sobressair ainda mais.

E foi isso que aconteceu, moedas raras, carros de colecionador, obras de arte e outros ativos alternativos não caem de preço porque a economia balança, são mercados fechados que estão expostos a sua própria classe de ativos. Não se fabricam tais peças, por exemplo, elas podem muito bem ficar guardadas, apenas se valorizando e esperando um novo comprador.

 

Um ativo alternativo que está se saindo muito bem

Nem todos os ativos alternativos são totalmente desconectados da economia e isso não quer dizer que eles sofram as mesmas oscilações que a renda fixa e variável.

Um exemplo do que estou falando é justamente um empreendimento imobiliário. Se você levar algumas questões específicas em consideração vai me entender.

  1. Quanto mais a selic cai, mais barato se torna o financiamento de um imóvel.
  2. Existe uma quantidade baixa de ofertas de empreendimentos já adaptados ao novo normal
  3. Muitas pessoas ainda continuam com poder de compra suficiente para adquirir a parcela baixa de um imóvel
  4. As vendas imobiliárias, principalmente em São Paulo, estão retomando com força

O povo ainda não percebeu que pode adquirir imóveis com uma parcela pequena, aí é que está um intervalo de vantagem que não vai durar para sempre.

Investindo em um empreendimento já adaptado ao novo normal e no estado de São Paulo é a chance de comprar um metro quadrado descontado e vender quando o imóvel estiver pronto e a população já souber que é possível sim financiar em parcelas baratas.

As construtoras vão produzir cada vez mais imóveis e a oferta vai aumentar, nisso, a sua janela para ganhar mais vai começar a ir embora.

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