A Volatilidade é um mal necessário?

Uma frase muito falada por especialistas, que é importante relembrá-los, é que todo investimento possui um RISCO.

Mas você sabe qual risco você está disposto a enfrentar?

A volatilidade está presente em diversos investimentos, tanto de renda variável, como nas ações, por exemplo, e também em renda fixa, mais comum nos títulos públicos que apresentam marcação a mercado.

Essa volatilidade pode ser benéfica para o investidor em determinados casos, mas pode trazer muita dor de cabeça para o investidor que não está acostumado com essas oscilações.

O que é volatilidade?

A volatilidade nada mais é do que uma variável econômica que representa a intensidade das oscilações na rentabilidade/preço dos ativos nos investimentos.

Por meio dessa variável é possível ter uma ideia da variação de determinado ativo, e mensurar o risco em relação às flutuações de mercado.

Desta forma, quanto mais um ativo apresentar oscilações, maior será a volatilidade do mesmo. Por outro lado, quanto maior a volatilidade, maior o potencial desse ativo, podendo trazer altos lucros para o investidor ou vice-versa.

É sempre uma balança de risco e retorno, quanto maior o risco envolvido, maior a probabilidade de ter um retorno acima do mercado.

A volatilidade é realmente vida?

Como diz a lenda dos investimentos, Warren Buffett – “A volatilidade dos mercados é a maior aliada do verdadeiro investidor.”

A volatilidade pode ser considerada “vida” quando ela for controlada, e principalmente estudada.

No ano de 2020, a volatilidade esteve e estará presente na maioria dos investimentos, principalmente no mercado acionário, pelo momento conturbado que estamos vivendo: Crise política, Coronavírus, Crise do petróleo, Segunda Onda do vírus e muito mais.

Por conta desses momentos adversos, investidores de diferentes segmentos tiveram muita dor de cabeça, o motivo foi: Não estava preparado para tamanha volatilidade, ou também RISCO DE MERCADO.

Em contrapartida, muitos investidores aproveitaram essa volatilidade e conseguiram rendimentos maiores que o mercado, principalmente no ápice da incerteza com relação ao novo vírus, onde apareceram ótimas oportunidades, tanto em renda fixa, como em renda variável.

É de suma importância conhecer o seu perfil de investidor antes de fazer qualquer investimento, e saber de fato qual risco você está preparado para enfrentar, se você ainda não tem conhecimento sobre o SUITABILITY, é só CLICAR AQUI, que o resultado sairá em segundos.

Como minimizar esse risco?

Apesar de ser uma ferramenta que pode ser positiva se usada com consciência, nem todos investidores querem passar por altas volatilidades no portfólio. Para minimizar esse risco, é preciso DIVERSIFICAR O PORTFÓLIO, ou seja, não colocar todos ovos na mesma cesta. Ter ativos de Renda Fixa, Renda Variável, Fundos de investimento e muito mais.

Ao contrário do que muitas pessoas imaginam, independentemente do perfil de investidor, é possível garantir a diversificação do portfólio. Essa é até a melhor estratégia para qualquer poupador.

Uma alternativa para evitar essas oscilações, são os denominados “Ativos Reais”, ou também conhecidos como “Ativos Alternativos”.

São uma modalidade de ativos que referem-se a bens físicos ou até mesmo valores relacionados à economia real. Possibilitando investimentos em imóveis, títulos judiciais, agronegócio e muito mais.

Esses ativos são descorrelacionados das oscilações presentes no mercado acionário, por exemplo, e tem um potencial de retorno muito maior que os títulos tradicionais de renda fixa, que no cenário atual a taxa de juros está em 2% ao ano.

A rentabilidade dessa modalidade, fica entre 12% a 25% ao ano, dependendo do segmento e das particularidades dos ativos.

E você, está disposto a sofrer com a volatilidade ou prefere investimentos descorrelacionados e conservadores?

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