Você que busca investir com segurança deve se perguntar: onde é melhor investir, em ativos reais ou em renda fixa? Para tomar essa decisão, primeiro é importante saber a diferença entre ambos.

Os ativos reais, como o próprio nome diz, vêm da economia real, que está diretamente ligada às capacidades produtivas da sociedade.  Um imóvel residencial, comercial ou industrial, uma obra musical, uma escultura, uma coleção de moedas antigas, recebíveis. Todos são exemplos de ativos reais.

Os ativos reais são chamados de alternativos porque são negociados fora do mercado tradicional, formado por ações de empresas que são negociadas na Bolsa de Valores ou por produtos de renda fixa oferecidos por bancos e corretoras. E por não estarem atrelados ao mercado financeiro tradicional, os ativos reais são menos voláteis, com risco bem mais baixo e alto potencial de retorno.

Como é possível que a rentabilidade de um ativo real sofra oscilações, mesmo que bem menores do na Bolsa, ele é classificado como um produto de renda variável.

Renda fixa tem rendimento pré-determinado

Renda fixa, por sua vez, é todo tipo de investimento que tem regras de rendimento definidas antes. Ou seja, quando o investidor for aplicar ele já sabe exatamente qual o prazo e a taxa de rendimento ou índice usado para remunerar o investimento.

Outra característica dos produtos de renda fixa é que eles  são protegidos pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC), enquanto produtos de renda variável não são. 

A Poupança é o produto de renda fixa mais conhecido no Brasil. Mas existem outros como Tesouro Direto (títulos do governo), CDBs e RDBs, Debêntures, LCIs, LCAs e Fundos de Investimento.

Renda fixa tem proteção do FGC

Bom, a maior vantagem da renda fixa está na segurança já que, como foi explicado, são produtos protegidos pelo FGC – até o valor de R$ 250 mil.

Mas ao contrário do que muita gente pensa, há sim algum risco na renda fixa. A inflação é um deles. Vamos supor que alguém invista R$ 10 mil no Tesouro Direto com rendimento igual ao da taxa Selic, de 2,75% ao ano.

Se a inflação for superior a 2,75%, o investidor terá rentabilidade negativa. Não perderá o capital (ou parte dele), mas não obterá retorno real, só para citar um exemplo.

Além disso, a rentabilidade da renda fixa é muito baixa, pois gira em torno da taxa Selic. No cenário atual, é uma opção ruim. Pior ainda se for Poupança, que rende 70% da Selic.

Ativos reais rendem mais

Por esta razão, investir em ativos alternativos (reais) é uma boa opção no momento. Mesmo sendo produtos de renda variável, têm baixa volatilidade, ou seja, os riscos são muito menores do que na Bolsa.

E o rendimento costuma ser bem mais alto do que o observado em qualquer produto de renda fixa. Um precatório, por exemplo, pode oferecer retorno de 20% ao ano, em média. Royalties musicais, entre 10% e 13%. 

Trata-se de um mercado amplo, com muitas opções e é bastante acessível atualmente. E por oferecer baixo risco, é um tipo de investimento adequado para quem tem perfil conservador ou moderado.

Pode-se dizer que ativos reais são o caminho natural de quem quer tirar o dinheiro da renda fixa, mas tem medo das surpresas da renda variável. 

Na hora de buscar um novo investimento, entre em contato com a Hurst, primeira plataforma do Brasil especializada em ativos alternativos. Ela tem o investimento certo para quem quer ganhar mais sem levar sustos.