Olá,

Diante do cenário atual de incertezas e oscilações cada vez maiores nas Bolsas de Valores ao redor do mundo e taxas de juros em suas baixas históricas, muitas pessoas estão descobrindo agora que é possível investir fugindo dessas duas opções.

Eu estou falando da terceira via, que são os ativos reais.

O assunto já foi bastante discutido aqui no blog, e eu te convido a conhecer outros textos que publicamos sobre isso.

Hoje, especificamente, vou trilhar um caminho para quem está pensando em aplicar capital nessa classe de ativos pela primeira vez como forma de fugir da crise financeira.

 

Ativos Reais para Iniciantes
Ativos Reais para Iniciantes

Conheça seu perfil de investidor

Se você é iniciante no mercado financeiro, é importante que antes de qualquer decisão entenda qual é o seu perfil de investidor.

O perfil é definido com base em características como o quanto você deseja arriscar, qual o objetivo do seu investimento, em quanto tempo deseja realizar o resgate – ou seja, qual a liquidez desejada, dentre outros pontos.

Essa análise é importante para definir qual o melhor investimento para o seu objetivo e se, de fato, os ativos reais são uma boa escolha para o momento.

Conheça outros ativos

Pode parecer estranho, mas sim: antes de investir em ativos reais, é muito importante que você já tenha investido em outros tipos de ativos.

Isso porque nós não aconselhamos que todo seu patrimônio líquido esteja alocado em ativos reais.

Já falamos aqui sobre a importância da alocação de ativos e como montar um gráfico inteligente, mas em resumo, é importante que sua carteira de investimento esteja diversificada.

Dessa forma, os riscos são mitigados e você consegue tirar proveito do melhor de cada uma das classes de ativos.

Nossa sugestão é de que você invista de 20% a 30% do seu capital líquido em ativos reais.

Principais características dos ativos reais

Se você já analisou seu perfil de investidor, tem aplicações em outros tipos de ativos e tem certeza que esse é o momento de diversificar sua carteira com os ativos reais, vamos ao passo principal: entender melhor sobre como eles funcionam.

Os ativos reais são uma classe negociada fora do mercado financeiro. Por estarem ligados diretamente à economia real, não têm correlação com a Bolsa de Valores e nem possuem marcação a mercado.

Mas é importante ressaltar também que eles não são considerados produtos de renda fixa, apesar de utilizarmos o CDI como referência de estimativa de rentabilidade.

Entre diversos motivos, que você pode ler mais no texto que publicamos aqui no blog Ativos Reais, a principal característica que exclui os ativos reais da renda fixa é que a data de vencimento do título não é pré-fixada, ela pode variar em alguns meses.

Mas por que ninguém fala sobre os ativos reais?

Bom, QUASE ninguém.

Acontece que por muito tempo as operações de ativos reais só estiveram disponíveis para investidores qualificados ou institucionais. Era necessário ter, no mínimo, R$1 milhão em patrimônio líquido investido para ter acesso a essa classe.

Foi aí que a Hurst entrou com o objetivo de universalizar o acesso aos ativos reais. Na nossa plataforma, é possível investir com aporte mínimo de R$10 mil.

Além disso, cortamos a maioria dos intermediários que “tomam” parte da rentabilidade sem necessariamente adicionar valor a cadeia de serviços finananceiros.

É tornando esse caminho mais curto que conseguimos oferecer operações com rentabilidade estimada de, em média, 300% do CDI.

Eu tenho certeza que você não encontra nada parecido em nenhum outro lugar – principalmente no momento atual.

Espero que esse texto tenha sido útil e, se restar alguma dúvida, não hesite em entrar em contato com nossa equipe através dos nossos canais de atendimento.

Até a próxima!