Os ativos reais são oportunidades de investimento que estão inseridas na Economia Realsão diretamente ligados à capacidade produtiva de uma sociedade e à quantidade de bens produzidos por ela. 

Por conta disso, esses ativos não são negociados dentro do mercado financeiro e da Bolsa de Valores, estando protegidos da volatilidade presente em outros tipos de investimento, como é o caso das ações. 

Sendo uma classe de ativos descorrelacionada da Bolsa, sem volatilidade e que também não se encaixa nas características da Renda Fixa, rendendo em média 8x mais que a maioria dos produtos atrelados à Selic, os ativos reais são vistos como uma excelente forma de diversificar e proteger o portfólio de investimentos. 

Quando falamos de investimento em Ativos Reais, estamos falando também sobre investir na Economia Real e, consequentemente, entregar retornos significativos para a sociedade como um todo, além do lucro proveniente dessas operações. 

Mas, agora vem a pergunta:

Como investir nesses tais ativos reais? 

É mais simples do que você pode imaginar. E se eu te disser que esse tipo de investimento pode ser considerado o mais antigo de todos? 

Antes mesmo do surgimento de conceitos como Bolsa de Valores e Renda Fixa, esses ativos já eram negociados. 

Estamos falando de um ‘back to basics’: um retorno à época em que o investidor negociava diretamente com o dono do ativo, que precisava de liquidez. 

Isso porque os ativos reais são lastreados (ou embasados) em algo palpável, como ativos judiciais, empresariais ou imobiliários. 

Não é necessário o intermédio de bancos ou corretoras para comprar um imóvel, por exemplo. 

Entretanto, ao investir direto com o proprietário uma série de problemas podem passar despercebidos se não houver uma análise minuciosa, inclusive levando em consideração aspectos jurídicos. 

O mesmo acontece quando falamos de precatórios. 

Não é difícil encontrar e convencer alguém a te vender um precatório. Entretanto, qual a garantia para ambos os lados de que essa transação será bem sucedida? 

A principal diferença entre o investimento em ativos reais do passado e o que é praticado hoje em dia – e o que garante o sucesso da operação – é o surgimento de plataformas fintechs especializadas em oferecer esse tipo de investimento. 

Dessa forma, processos como o de due diligence garantem maior segurança jurídica e responsabilidade financeira através de uma minuciosa investigação sobre o ativo, o mercado, riscos, leis e jurisprudência. 

É assim que essas empresas entregam operações estruturadas de forma a proteger o investidor o máximo possível, inclusive com regulação de instituições como a Comissão de Valores Mobiliários e o Banco Central. 

Até pouco tempo, esse tipo de investimento não estava disponível para o investidor do varejo, sendo restrito somente a grandes bancos, investidores institucionais ou ultra-ricos. 

Mas o surgimento dessas fintechs também tem contribuído para a democratização do acesso, e a Hurst é uma delas. 

Cortando todos os intermediários que “roubam” sua rentabilidade em bancos ou corretoras, conseguimos oferecer um retorno muito mais atrativo.