Inflação em alta, Selic a 9,25% ao ano e com a possibilidade de subir mais. Será que vale a pena investir em ativos imobiliários? Essa é a pergunta que muita gente anda fazendo. Mas antes de dar essa resposta, é preciso entender um pouco do mercado em si. 

Quando 2020 começou a expectativa era de que o segmento ia voltar a crescer, depois de ter ficado cinco anos estagnado. Mas veio a pandemia e quase todo mundo levou um susto. 

Quase todo mundo, porque o ramo imobiliário foi um dos que se beneficiou da crise. Como o home office foi implantado na maioria das corporações, muita gente sentiu a necessidade de se mudar para uma casa ou apartamento maior. 

Bom, isso mudou bastante o direcionamento do mercado porque o consumidor passou a procurar residências com mais quartos para transformar um dos dormitórios em escritório. 

Contar com boa área de lazer também se tornou interessante, afinal, a residência passou a ser o local de trabalho. Ter um lugar gostoso para descansar e praticar alguma atividade física é essencial. 

Esse fenômeno fez com que houvesse um boom no setor imobiliário focado em empreendimentos para as classes A e B, que estão bastante valorizadas. 

E mesmo com o aumento inflacionário e da taxa Selic, a expectativa é de que a busca por empreendimentos de alto nível continue alta em 2022, o que deve favorecer quem acredita no setor.

Mas e os investimentos financeiros no ramo, ainda compensam? 

Com a inflação e a Selic subindo, o ideal é investir em ativos indexados a esses índices, pois assim se consegue manter a rentabilidade real.

O investimento em imóveis pode ser considerado uma das formas de investir mais antigas e populares no país. Entretanto, a melhor forma de investir em imóveis tem mudado ao longo dos anos. 

Há quem diga que viver da renda de aluguel ainda é uma boa sacada. Outros, apostam nos Fundos de Investimento Imobiliário (FIIs) como estratégia de alocação e renda sem toda a burocracia envolvida na compra de um imóvel. 

Mas há um modelo que vem se destacando, o investimento em incorporação imobiliária. Apesar de menos popular que os FIIs ou a renda de aluguel, essa opção promete uma rentabilidade bastante atrativa por representar um investimento no momento mais lucrativo do projeto imobiliário. 

Mas o que é incorporação imobiliária?

De forma resumida, a incorporação imobiliária é o processo de idealização de um empreendimento imobiliário com o objetivo de vendas em um terreno de terceiros. 

A palavra ‘incorporação’ vem justamente do processo de incorporação do imóvel àquele terreno. É comum que algumas unidades do empreendimento sejam usadas como pagamento do terreno em forma de permuta ao proprietário. 

Vamos pegar como exemplo a operação de investimento na “Incorporação Imobiliária Residencial Cube Jardim Guedala”, em São Paulo, cuja originação do ativo foi feita pela Hurst.

O investimento mínimo é de R$ 10 mil. A rentabilidade média projetada é de 19,45% ao ano, em um prazo de 18 meses. No pior cenário projetado, a rentabilidade pode ficar em 15,76% a.a e, no cenário mais otimista, em 25,33% a.a.

Ou seja, é uma opção melhor do que os produtos financeiros de renda fixa indexados cujo rendimento supera pouco a inflação. Também é mais seguro do que investimentos em Bolsa de Valores, pois há menos volatilidade.

Ativo alternativo

Vale ressaltar que os ativos originados pela Hurst são da classe dos alternativos, descorrelacionados do mercado financeiro tradicional e, por isso mesmo, muito atraentes.

Entre em contato com a Hurst e conheça as diversas oportunidades para fazer o seu dinheiro crescer com pouco risco.