Saber o que é pesquisa científica ajuda a entender essa atividade essencial para o desenvolvimento do país. Ela pode transformar o mercado e a oferta de soluções para a sociedade. Porém, a geração de conhecimento e o desenvolvimento de novidades dependem da valorização e do investimento na ciência.

Embora o setor público seja um dos principais responsáveis por fomentar a pesquisa, a iniciativa privada também tem oferecido mais apoio a ela. A partir disso, criam-se oportunidades de investimento. Portanto, vale a pena conhecê-las para saber se elas combinam com sua estratégia.

Na sequência, descubra o que é pesquisa científica, a sua importância no mercado e aprenda a investir nesse setor!

O que é pesquisa científica?

A pesquisa científica é uma área composta por diversas etapas que compõem uma metodologia para fazer investigações a respeito de um fenômeno ou característica de interesse. A intenção é coletar dados com validade científica e, assim, comprovar ou refutar teorias e hipóteses.

Considerando que a ciência se aplica a múltiplas questões do cotidiano, diversos setores realizam pesquisas científicas. Logo, é possível encontrar projetos nas ciências humanas e sociais, nas ciências exatas e tecnológicas e também nas ciências biológicas.

Além disso, a pesquisa científica pode se dividir considerando as suas aplicações. A chamada ciência pura tem como maior objetivo gerar conhecimento e favorecer a descoberta de novas possibilidades. Nesse sentido, ela pode ou não ter aplicabilidade econômica.

Já a pesquisa científica voltada para a atividade econômica busca desenvolver soluções que sejam viáveis e possam otimizar atividades já realizadas. É o caso de uma pesquisa científica que resulta na elaboração de um novo produto.

Se esse item puder ser produzido em larga escala e com custo adequado, ele tem aplicação econômica. Do contrário, a pesquisa é de ciência pura e poderá embasar novas descobertas no futuro.

Qual a importância da pesquisa científica?

O próximo passo para entender sobre a pesquisa científica é compreender quais podem ser as vantagens que ela oferece. Nesse sentido, um dos principais benefícios é o fomento ao desenvolvimento e ao progresso.

Foi por meio de pesquisa científica que grandes descobertas foram feitas e possibilitaram o avanço econômico. A criação da penicilina, por exemplo, ajudou a garantir o controle efetivo de infecções, aumentando a expectativa de vida pelo mundo.

Já a descoberta sobre a estrutura do DNA auxiliou o avanço da medicina e permitiu entender melhor o funcionamento do corpo humano. No campo da tecnologia, o desenvolvimento da fibra óptica e a própria criação dos primeiros computadores são apenas alguns dos pontos de destaque.

Na pandemia de covid-19 foi possível reforçar a importância da pesquisa científica para a sociedade. Afinal, ela foi a responsável pela criação de vacinas e pela descoberta das variantes do vírus, por meio do sequenciamento genético.

Além disso, a ciência pode ajudar empresas a desenvolverem suas atividades de forma mais eficiente, como ao resolver gargalos e obstáculos. Ainda, as descobertas de pesquisas científicas podem criar setores ou revolucionar as atividades econômicas.

Qual o cenário da pesquisa científica no Brasil?

Apesar do potencial que a pesquisa científica apresenta, essa área enfrenta alguns desafios no Brasil. No geral, o Governo Federal é o principal responsável por financiar as atividades científicas do país.

Isso acontece, principalmente, pelo direcionamento de recursos orçamentários para organizações, programas de desenvolvimento científico e instituições de ensino — como universidades e institutos federais.

No entanto, as décadas de 2010 e 2020 foram marcadas pela redução no investimento realizado em ciência no Brasil. Em 2012, por exemplo, o orçamento do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) foi de R$ 11,5 bilhões.

Já em 2021, o orçamento previsto passou para R$ 1,8 bilhão. Isso significa que, entre 2012 e 2021, o orçamento destinado à pesquisa científica no Brasil foi reduzido em 84%.

Ainda assim, o Brasil se manteve, em 2020, como o 13º maior produtor de conhecimento científico no planeta. Isso se deve à participação de cientistas brasileiros em mais de 370 mil trabalhos publicados em todo o mundo.

Porém, com a queda dos investimentos, existe uma apreensão sobre o que ocorrerá no setor científico brasileiro. Uma das questões observadas é a chamada fuga de cérebros.

Ela ocorre quando os pesquisadores sentem que não há condições adequadas de manter a produção acadêmica no Brasil. Nesse caso, eles passam a integrar programas de fomento à ciência de outros países, como Estados Unidos e locais da Europa e da Ásia.

Como investir no mercado de pesquisa científica no Brasil?

Considerando a situação do investimento em pesquisa científica no Brasil, uma mobilização para apoiar o setor passou a ser vista como necessária. É por isso que a iniciativa privada e os investidores têm se movimentado para participar dessa área.

Assim, além de fomentar a ciência, é possível buscar lucros com as pesquisas publicadas e com o desenvolvimento de novas soluções para diferentes mercados. Nesse caso, uma das formas de investimento envolve o recebimento de royalties sobre as pesquisas.

Funciona assim: você busca uma empresa de ativos reais, como a Hurst Capital, para participar de uma operação ligada à pesquisa científica. Então basta fazer um investimento inicial, que se somará ao montante oferecido por outros investidores.

Esse dinheiro será destinado a uma equipe de pesquisa, que utiliza os recursos para executar as etapas necessárias até a descoberta e criação de uma solução ligada aos estudos realizados.

Um exemplo é a pesquisa para desenvolver composto farmacológico para substituir a alternativa importada e baratear um medicamento no mercado nacional. Com a pesquisa finalizada, há a cessão de royalties para os investidores.

Desse modo, você pode lucrar com o licenciamento da pesquisa, o qual pode ser feito para indústrias, por exemplo. Assim, há a chance de obter lucros sobre o valor investido inicialmente, ao mesmo tempo que você apoia a produção científica brasileira.

Ao escolher a Hurst, há a possibilidade de investir em pesquisas com aplicação prática e economicamente viáveis. Logo, você tem chances de lucrar com a exploração de royalties referentes ao licenciamento das descobertas de modo proporcional ao seu nível de participação no investimento.

Conclusão

Você aprendeu o que é pesquisa científica e entendeu que ela viabiliza o progresso e a geração de conhecimento. Como investidor, é possível aproveitar a área ao fazer investimentos com retorno relacionado aos royalties. Por isso, avalie se essa possibilidade é adequada à sua estratégia!

Quer conhecer e explorar as oportunidades de investimentos alternativos? Abra sua conta na Hurst Capital!