Problemas econômicos podem ter grande impacto em uma carteira de investimentos. É o que ocorre quando há uma queda da bolsa de valores ou quando a inflação aumenta, por exemplo. Porém, investir em arte pode ser uma forma de se blindar desse cenário.

Ao focar no mercado de peças de artistas consagrados, é possível obter resultados independentemente das condições da economia. Logo, essa pode ser uma forma de se proteger e de aproveitar um potencial de rentabilidade maior para a sua carteira.

Quer descobrir por que investir em arte pode ser uma solução para blindar seu patrimônio das crises econômicas?

Continue a leitura e saiba mais!

O que são os investimentos em arte e como funcionam?

O investimento no mercado de artes está relacionado à aquisição de obras de artistas com a expectativa de valorização no futuro. Assim, o objetivo é conseguir vender as peças por um preço maior do que o valor de aquisição, gerando lucro.

Nesse processo, as obras adquiridas costumam ser pinturas, esculturas e outras peças que possam ser comercializadas com colecionadores privados, museus, galerias e outros potenciais compradores.

A compra ocorre junto a operadores confiáveis e envolve elementos como certificado de autenticidade e seguro de armazenamento. Assim, a aquisição pode ser feita com colecionadores, galerias ou com a própria família do artista, por exemplo.

Também é comum que exista um período de hold, em que as peças são mantidas fora do mercado. Somente após esse tempo é que eventuais ofertas são consideradas. O preço, por sua vez, é definido de acordo com a avaliação de especialistas no assunto.

O investimento é encerrado quando a peça de arte é vendida — o que pode ocorrer por um montante igual, maior ou menor que o preço de avaliação. Logo, quanto mais elevado for o preço obtido nessa negociação, maior será o retorno.

Quais são exemplos de investimentos em artes?

Como você viu, os investimentos em arte se baseiam na obtenção de lucro a partir da comercialização das peças. Além de características como a raridade e o estado físico da obra, é comum que sejam escolhidos itens de artistas reconhecidos, consagrados ou de elevada procura.

Isso porque a relevância do criador no mercado tem grande influência no preço e na procura por parte dos interessados. Assim, a tendência é que nomes mais famosos tenham obras mais disputadas e com preço mais elevado.

Entre os exemplos de artistas cujas obras são ou já foram alvos de operações relacionadas aos investimentos em arte, estão:

  • Emiliano Di Cavalcanti;
  • Tomie Ohtake;
  • Luiz Sacilotto;
  • Abraham Palatnik.

Em comum, esses artistas têm amplo reconhecimento nacional e até internacional ou contribuíram de modo significativo para movimentos de arte no Brasil. Com isso, suas obras costumam despertar o interesse de mais investidores, o que aumenta a liquidez e favorece a venda.

Por que investir em arte ajuda você a se blindar das crises econômicas?

Depois de conhecer como é investir em arte, é importante saber que essa decisão pode protegê-lo das crises da economia e do mercado financeiro. Um dos motivos para essa blindagem é a escassez existente no mercado de arte.

No geral, essa é uma classe de ativos com oferta que, muitas vezes, é decrescente. Quando um artista falece, por exemplo, não há novas obras lançadas — o que limita a quantidade de ativos disponível.

Além disso, a compra por parte de museus e colecionadores tira ainda mais peças do mercado. Como consequência, tende a haver uma valorização das obras restantes. Quanto mais procuradas elas se tornam, maior costuma ser o preço de avaliação.

Também vale considerar que o investimento em arte é focado em uma parcela da população com mais patrimônio e maior poder aquisitivo. Geralmente, o segmento é menos afetado por crises financeiras, então esses cenários podem não interferir nas negociações ou nos preços das obras.

Afinal, mesmo que as condições econômicas pareçam desfavoráveis, é provável que um colecionador de arte com alto poder aquisitivo ainda compre novas obras. Assim, a segmentação age a favor da blindagem do setor.

Ademais, o investimento em arte é descorrelacionado do mercado tradicional — como os títulos de renda fixa ou a bolsa de valores. Como são considerados investimentos alternativos, essas opções favorecem a diversificação da carteira e ajudam seu patrimônio a ficar mais protegido de eventuais crises.

Como investir em arte?

Até aqui, você aprendeu como investir em arte pode protegê-lo de crises econômicas e financeiras. Agora, é o momento de compreender como realizar as operações e incorporar essa alternativa de investimento em sua carteira.

Para isso, vale a pena analisar seu perfil de investidor e seus objetivos financeiros. Como esse tipo de investimento não tem retorno garantido, os riscos tendem a ser maiores — o seu perfil deve ser compatível com a tolerância mais elevada aos riscos.

Ainda, é fundamental que os seus objetivos estejam atrelados ao prazo previsto para a operação. Dessa maneira, você terá condições de manter seu dinheiro investido com mais tranquilidade.

Plataforma de ativos reais

Na sequência, você deve buscar um ambiente para negociações. Em vez de fazer a compra individual das obras, o ideal é ter acesso a uma plataforma de ativos reais, como é o caso de quem investe na Hurst Capital.

Por meio da nossa estrutura, é possível participar de captações coletivas de recursos para investimentos em artes. Assim, você tem direito a uma participação nos resultados proporcional ao montante investido.

Além disso, a Hurst Capital cuida de todas as etapas do processo — o que envolve a negociação posterior das obras, tanto por ofertas avulsas quanto por leilões. Essa é uma forma de você ter mais praticidade e acessibilidade ao investir.

Para fazer o investimento, você precisa abrir sua conta na Hurst Capital e analisar a lâmina técnica das operações do mercado de arte. Após escolher, basta fazer a transferência do montante a ser investido, considerando o aporte mínimo exigido.

Agora você sabe por que investir em arte pode garantir uma blindagem de crises financeiras. Ao realizar os investimentos dessa forma, há como lucrar com esse setor e ser menos impactado pelas condições econômicas.

Quer começar a investir em obras de arte? Abra sua conta na Hurst Capital e veja como podemos ajudar!